Há alguns dias comecei a ler um livro em inglês.

O livro é Lord Foul's Bane , de Stephen R. Donaldson e faz parte da série The Chronicles of Thomas Covenant, the Unbeliever . A recomendação foi do Ronaldo.

Esse é o segundo livro em inglês que eu começo a ler. O primeiro foi Rama II de Arthur C. Clarke. Esse foi um amigo meu que comprou e nunca mais pegou de volta. Mas nunca terminei de lê-lo, uma vez que ele é uma continuação de Rendezvous with Rama que eu nunca li.

A recomendação do Ronaldo sobre as crônicas de Thomas Covenant foi indireta mas eloquente. Ele disse:

... esses são os melhores livros de fantasia que já li e o primeiro livro das séries originais foi o único livro em toda minha vida que eu joguei contra a parede por pura revolta contra o personagem principal.

Isso me motivou a comprar o primeiro livro da série e começar a ler. Ler em inglês para mim não é muito problemático, afinal na área de desenvolvimento tenho que ler a maioria das coisas em inglês. Mas ler literatura é um bocado diferente. Os termos usados são, muitas vezes, pouco comuns e o vocabulário bem maior que o que estou acostumado. No entanto tem sido uma experiência gratificante.

Como ainda tenho alguma dificuldade com a língua a leitura está sendo mais lenta que o normal (que já é lenta). Mas estou gostando do que já li. O autor realmente prende sua atenção e creio que será uma boa leitura.

Espero, depois que terminar esse volume, continuar lendo o resto da série.

Aprender inglês decentemente também é um dos meus objetivos para esse ano e espero que essa leitura venha me ajudar até eu tomar vergona na cara e fazer um curso de inglês (ainda que seja para aumentar o vocabulário e corrigir problemas com gramática e pronúncia).

Para quem está atrás de alguma diversão e aprendizado conjuntos recomendo o livro.

Essa semana faz um mês que assinei o Twitter.

Nos primeiros dias foi até interessante mas depois perdi o interesse.

O que acontece com o Twitter é que, dada a dinâmica da coisa, ele se torna um repositório de impressões pessoais sobre a mais variada gama de coisa, mas também se torna uma forma verbosa dos seus pensamentos.

Grande parte do que se fala no Twitter é coisa banal (como numa conversa via IM). Pouco se aproveita do todo. Eu digo isso por mim e pelo que li de algumas pessoas que seguem as mesmas pessoas que eu sigo. Grande parte dos posts que fiz lá, foi um bate-papo aberto com meu amigo Dark Flames. O resto foram pequenos pensamentos que passaram na minha cabeça que quis externalizar.

Assim, como ferramenta de blog (ou micro blog) ela se torna meio inútil. Na verdade, não totalmente inútil se você considerar o blog de algumas pessoas (que tratam do que comeram no último jantar ou café da manhã). Mas para blog efetivo, com algo consistente, ele é praticamente inútil.

Assim, decidi que vou manter minha assinatura apenas para dar vazão aos meus pensamentos de momento. Ou seja, minha conta do Twitter vai continuar sendo meu local de egocentrismo, puro e simples. Não espero que alguém acompanhe (nem mesmo quem já acompanha) afinal é um saco ficar lendo sobre as bobagens diárias de cada um. Vou mantê-lo simplismente porque às vezes sinto vontade de externalizar alguns sentimentos momentâneos (como a minha ira quando a rede do serviço fica tremendamente lenta).

No resultado final da minha avaliação o Twitter é inútil para as coisas importantes (ao menos o que se espera que seja útil para um leitor). Só vale a pena mesmo se for para egoblogging Tongue out

Hoje coloquei um novo tema no meu site.

Esse tema se chama Pluralism e eu já tinha modificado ele para o sistema de templates do Drupal há alguns dias. Não tinha colocado no ar ainda por pura falta de tempo.

Esse tema é bem mais leve e sóbrio que o anterior, espero que quem acessa esse site se sinta mais confortável com ele.

Se você usa o Drupal e quer baixá-lo, no final dessa página há o arquivo para download.

Update: Só agora, olhando novamente a página do tema, é que me dei conta que esqueci de montar a parte de baixo (acho que era isso que estava faltando e eu não lembrava hehe). Depois vou incluir essa modifcação e anexo a esse mesmo post a segunda versão.

AnexoTamanho
Arquivo pluralism.tgz54.93 KB

A Web está ficando feia novamente! Às vezes acho que voltamos a 1997/1998. Para ter certeza disso acho que só falta os banners com um operário batendo uma picareta e um texto "UNDER CONSTRUCTION".

Digo isso porque, a cada dia que passa, vejo mais e mais sites cheios de propagandas, links patrocinados, scripts boo-box e coisas do tipo. Isso me causa profundo descontentamento e aversão.

Ok, ok. Eu já coloquei ad sense no meu site. Mas se vocês olharem não existe mais, e não tenho planos de colocar novamente. Tirei não só porque ficava feio, mas porque não estava rendendo o que eu esperava (óbvio, meu site tem pouca visita).

Não tenho nada contra o cara ganhar uns trocados (em alguns casos, pequenas fortunas) com publicidade. Acho que esse é um (outro) meio sustentável de se viver da Web. O meu problema está com editores de sites que esquecem que o mais importante no site deles deve ser o conteúdo, não a publicidade.

Hoje li a notícia de que a Nokia comprou a Trolltech, e em seguida vi um link para um site que fazia uma análise dos possíveis motivos. Fui lá dar uma olhada. Entrei no site, quando o mesmo terminou de carregar eu saí. Não me dei nem ao trabalho de ler. O esforço em achar o conteúdo em si foi tão grande, que perdi a paciência.

É bem verdade que nesse caso o assunto não me é tão atraente (se assim o fosse, teria me esforçado mais). Mas um site que causa uma primeira impressão dessas, certamente não quer leitores regulares, quer usuário mané que clica em tudo quanto é ad sense que encontra pela frente.

A monetização e a otimização para buscadores virou uma febre tão grande e tão voraz é a vontade de ganhar dinheiro fácil, que está cada vez mais difícil de ler alguma coisa na web sem quase ter um ataque epilético dada tanta coisa brilhando, piscando ou amplamente ressaltado.

E veja, não estou falando do "tema" ou "layout" que o cara escolheu para o site, mas sim na quantidade de elementos que causam distração, e atrapalham uma leitura. Isso é que atrapalha. Se o cara gosta de um site com fundo cinza/preto com blocos verdes e laranja, vai ver que ele em um momento achou isso bonito (de fato achei, e já enjoei, vou trocar por algo mais sóbrio).

Acho que Jakob Nielsen todo dia deve ter um ataque ao entrar nesse tipo de site cheio de alegorias.

Espero que eu também não volte a cair nesse tipo de erro.

Fica o aviso. Se quer ganhar dinheiro antes pense no sou leitor. É ele que vai clicar nos links do seu site. Mas você tem que cativá-lo.

Esses dias, olhando as estatísticas do meu site vi uma coisa que me deixou muito feliz.

Nos últimos 3 meses venho acompanhando um progresso no número de usuários que acessam meu site com o navegador Firefox.

Em 2003, quando criei esse site, o número de acessos com o Firefox, obviamente era muito baixo. Até pouco tempo atrás (por volta de um ano), a maioria ainda era de usuários com o IE.

Já fazem alguns meses que o Firefox passou o IE, mas o percentual só vem aumentando, veja nas imagens abaixo (clique para ver maior):

Novembro/2007
Estatísticas de novembro

Dezembro/2007
Estatísticas de Dezembro

Janeiro/2008
Estatísticas de Janeiro

Tudo isso é relativamente natural, dadas as notícias divulgadas sobre o crescimento do Firefox.

Estou comentando tudo isso porque, muito mais que estatísticas dadas por notícias, é muito bom ver isso acontecer no seu próprio site.

Obviamente que em alguns sites esse tipo de coisa nem sempre vai acontecer. Como meu site é voltado para tecnologia, é bem mais provável que o número de pessoas que conhecem as vantagens do Firefox seja maior.

Para aqueles que ainda não conhecem esse maravilhoso navegador eu recomendo você baixar agora mesmo e instalar.

O meu desejo é que o Firefox se expanda mais e mais, e que o usuário "leigo" comece a ver as vantagens (que vão muito além de usar o navegador que já vem com o seu SO) e também fomente o uso dessa ferramenta.

Hoje me deu vontade de escrever e eu não sabia o que escrever, então vou falar dos meus projetos para 2008.

Como estou lendo o livro Getting Things Done, acho que vou colocar em prática (ainda que só em parte) um dos princípios do livro aqui no blog. Vou listar os projetos que não saem da minha mente.

Todo inicio de ano é aquela velha lenga-lenga: vou fazer isso, vou fazer aquilo etc. e no final do ano nem metade do que alardeei eu fiz. Esse ano quero que isso seja diferente.

Esse ano o meu primeiro projeto pessoal já foi iniciado: academia. Depois de malhar por 3 meses, no ano passado, fiquei parado um tempão. Esse ano coloquei (e minha esposa também) como meta emagrecer. Estou, atualmente, com 103 Kg e, segundo as contas da moça da academia, deveria estar com 81 kg. Logo tenho muito chão (ou banha) pela frente. Até o fim do ano espero estar com 85 Kg, que é o peso que eu considero ideal.

No meu post de inicio de ano também disse que quero ficar mais tempo com minha esposa, e esse é outro grande projeto. Como me mudei para Curitiba em Setembro e estive bem envolvido com alguns free-lance, não deu para conhecer a Cidade e seus arredores. Esse um motivo de eu querer parar de pegar projetos free-lance. Investimento na minha família é prioridade.

Sobre o Drupal. Já disse nas minhas metas que pretendo me envolver mais com o projeto e com a comunidade Brasileira. Esse ano vou me empenhar mais nisso e para tanto vou parar de pegar projetos free-lance por um tempo, pois eles têm tomado um tempo precioso em que eu poderia estar escrevendo documentação (algo que me dá muito prazer). Se pintar, como no ano passado, também quero ministrar cursos sobre Drupal, de preferência algo como o treinamento Mão-na-Massa que ministrei ano passado.

Outro projeto que quero iniciar esse ano é a construção do meu primeiro jogo. Um jogo de verdade, nada como Torres de Hanoi ou algo tão simples quanto. O meu auto-desafio é recriar o Sim City. Nada de novo, o mesmo e velho jogo, com as mesmas coisas que ele já tinha na sua versão antigona. Esse desafio é simbólico, pois é com ele que quero inicar a programação de jogos. Esse é um sonho antigo, e creio que o Sim City é um bom começo. Você pode dizer: ah, faz algo mais elaborado, em 3D. Não! Eu quero aprender, e devagar. Esse jogo vai ser outro marco para mim, pois vai ser através dele que vou, finalmente, consolidader os meus (até agora poucos) conhecimentos de C/C++ e de quebra aprender SDL. Não penso, por enquanto, em mudar de carreira. Desenvolvimento Web é uma paixão que só mudo se me identificar mais com outra coisa.

Ler mais. Estou tentando adquirir o hábito de ler em casa. Explico. Sempre li quando estava em ônibus, metrô, ou parado em algum lugar (como quando trabalhava vendendo doces para ajudar minha mãe). Nunca parei para ler em casa. Esse ano quero mudar isso. Separar 1 hora diária para leitura.

Esses são alguns dos projetos que quero me dedicar. Existem outros, mas esses são os que estão me agoniando mais nesse momento, e creio que eles me darão gás para realizar outros (como fazer uma Pós-graduação e um curso decente de Inglês).

Agora é focar. Entregar os free-lance que eu já comecei, e não assumir novos para poder assumir somente os meus projetos. Depois, se sobrar tempo, assumirei novos trabalhos.

Lendo hoje um post do Ronaldo Ferraz sobre o Twitter fiquei pensando o que eu achava da ferramenta.

Sempre considerei a idéia meio idiota, afinal de contas, se eu já tenho um blog, para que vou perder meu tempo com outra ferramenta? Mas antes de meter o pau, fui testar a ferramenta.

Criei uma conta lá, e ainda vou precisar de mais testes para poder dizer algo a respeito. Uma coisa que me chamou a atenção, logo de cara, foi a possibilidade de postar via IM ou celular (esse último não tenho como testar).

Fiz um post via Pidgin/Gtalk e vou testar esse resto de mês.

Se você tem alguma opinião, compartilhe aí.

Há algum tempo atrás, quando eu frequentava salas de bate-papo, sempre tinha uma pergunta que se fazia: qual o seu gosto musical.

Por muito tempo tentei definir isso. Já houve épocas que achei que eu fosse roqueiro, outras que achei que amava Jazz sobre todos os outros estilos mas hoje, com um certo amadurecimento, eu posso dizer que não há um único estilo que eu me apegue.

Escuto bandas e artistas dos mais variados estilos, mas tem sempre alguns que marcam mais.

Por exemplo, quando falamos de Rock eu me lembro, sempre, de Bride (uma banda gospel). Eles fazem um estilo meio década de 80 que eu gosto muito.

Ultimamente tem um cara que eu estou ouvindo demais, que até agora não sei qual o estilo dele: Raul Midon. Ele faz um estilo meio "voz e violão" que eu estou descobrindo ser muito bom.

Mas uma coisa que tenho observado entre as pessoas que gostam de ouvir música (não necessáriamente os aficcionados) é que, à medida que o tempo passa, ouvimos cada vez menos coisa nova. Hoje em dia ainda tem muita banda fazendo algo que o Bride fez e faz, mas que eu não consigo parar para ouvir direito. Às vezes acho que quando eu chegar aos 40 anos de idade não vou conseguir ouvir mais nada novo. Esse, me parece, é um comportamento que se repete muito comumente... espero que eu esteja enganado.

Aos que ainda não chegaram nesse estágio de saturação, recomendo Raul Midon :-) 

Olá a todos!

Todo ano tem esse tipo de post clichê. Esse ano não vai ser diferente. Assim, desejo a todos um ano novo repleto de saúde, paz e Deus no coração. Que tudo que formos fazer esse ano seja um sucesso e que os percalços sirvam de lição para nós.

Também é clichê falar do que queremos realizar esse ano e aqui vão os meus desejos(sem nenhuma ordem específica):

  • Melhorar ainda mais o Drupal Brasil para que possamos produzir melhor conteúdo
  • Escrever mais tutoriais e fazer novos screencasts sobre Drupal
  • Desenvolver e liberar novos módulos para o Drupal
  • Ler, pelo menos, 68 livros como fez o Ronaldo Ferraz em 2007
  • Gastar mais tempo com minha esposa
  • Viajar mais
  • Estressar menos com o trabalho
  • Escrever mais

Enfim, esses são alguns desejos, não sei se vou conseguir realizar todos, mas vou me esforçar mais para isso(ao menos mais que no ano passado).

Abração e, novamente, feliz 2008 para todos nós! 

Olá a todos,

Antes de mais nada, um aviso: esse post é um post inflamado, e cheio de raiva, e que atira para todo lado. O seu conteúdo não necessariamente expressa averdade mas sim a minha opinião. Favor levar isso em conta Tongue out

Eu não gosto da revista INFO. Eu não assino essa revista. Eu não compro essa revista. Mas hoje estava folheando a última edição, que chegou na minha casa pois o meu amigo Janz assina (ele está de férias e a edição veio para minha casa).

Eu sei que os caras da revista vivem de propaganda e sei também que essa revista foca o usuário estúpido e sem conhecimento em tecnologia. Não é à toa que a revista, em toda edição, aborda algum aspecto do Norton (seja antivírus ou não) ou uma "nova" (para não dizer roubada) funcionalidade do Windows XP/Vista/2003 etc.

Sei também que os caras não tem o mínimo interesse em falar, decentemente, de GNU/Linux e software livre em geral, pois os patrocinadores estão do outro lado do mercado, e isso pode prejudicar o lado deles.

Dito isso, acho que comentar o fato do "destaque" da edição ser o Windows Vista (e como removê-lo) é desnecessário. Mas algumas coisas me deixaram indignado.

A primeira o fato dos caras comentarem que o Firefox 3 (que está em beta ainda, diga-se de passagem) tem 700 bugs. E daí? O software é beta!!! Quando sair a versão estável (será porque tem esse nome?), tudo bem, mas ainda é beta!! Tenha dó.

Continuando, os caras fizeram uma pesquisa (sabe-se lá quem votou nisso) para eleger os melhores de 2007. Bacana, super legal. Os caras levantaram a bola de um bando de porcaria. Aí lá fui eu ver o melhor CMS do ano, e qual não foi minha surpresa ao ver o XOOPS como sendo o melhor! Minha nossa! Onde esse mundo vai parar?!?! XOOPS melhor que Drupal e Joomla! ? Que disparate. O melhor de tudo e o argumento: o XOOPS tem mais de 300 módulos. Os caras só esquerceram de falar que é praticamente uma arapuca, cheia de buracos. Já vi em fóruns (de XOOPS) aí gente dizendo que não aguenta mais ter o seu site com XOOPS invadido toda semana. Ora tenha dó, o XOOPS demorou um ano para ter uma atualização. Não é à toa que o Drupal venceu esse ano o Packt Open CMS Award na categoria Overall. Nem é à toa que a Acquia, empresa do Dries (fundador do Drupal) acabou de receber um aporte de capital de 7 milhões de dolares!

Algumas edições anteriores eles ainda haviam falado de Ruby On Rails e Django. Quando falaram de RoR, disseram que o seu ponto fraco é o Ruby. Quando falaram de Django, disseram que o ponto fraco é o Python. Vai ver quando falarem do .Net vão dizer que o ponto fraco é o C# (até parece que eles iriam contrariar o patrocinador né?). Aí agora eles vêm com uma matéria sobre Django, que não diz nada sobre a ferramenta, e fala que ela tá garantindo o emprego da galera. Porque não falam que é feita em Python que, segundo eles mesmos, é um ponto fraco? Devia ter dito. (A propósito, gosto muito de Python e, ao contrário do cara que escreveu a outra matéria, acho que esse é um dos pontos fortes do Django).

Por último uma matéria falando de Plone. Essa eu nem me dei ao trabalho de ler. O título da matéria é: "Site bom é com o Plone". Fala sério! Já trabalho com Plone a 2 anos, e até hoje não vi ninguém que tenha feito um site decente com essa ferramenta sem o uso do Squid e um monte de cache para segurar a onda do Zope, sem falar que não há documentação decente atualizada. Como diz o Janz, é uma ótima idéia muito mal implementada. Ainda sonho ver o Plone feito sobre o Django Laughing.

Enfim, esses foram pontos que me deixaram literalmente irado com essa porcaria de revista. Fico imaginando onde as pessoas que escrevem para essa revista lêm sobre tecnologia, deve ser no Terra! Só pode.

É claro que o lance do Drupal me deixou irado mais que os outros, mas esse tipo de matéria imbecil e com visão parcial é duro de engolir.

Tenha dó.

Voltamos agora com a programação normal.

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